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segunda-feira, julho 21, 2014

[Review] Pretty Little Liars - 5x05 - Miss Me x100

"Coma-me, x100." - MONTGOMERY, Zoiudinha.

Ok, eu deveria ter feito esta review a eras. A culpa é minha. Assisti ao episódio em live stream acompanhando todo o surto dos pirulitos na minha taimelaine, todos os ships de volta, tudo indo muito bem, o retorno da Ali ao Rosewood High e aquela barra pesadíssima daquele fim que, demorou, mas finalmente chegou. Eu sei. Mas eu falei, "ah deixa pra depois", e fui enrolando, e enrolando, e acabei mais enrolado do que a própria tia King nessa história. Sabe, a procrastinação me possuiu. Mais do que o ritmo Ragatanga.

Mas a culpa é um pouquinho do episódio sim, também. Porque, depois de quatro anos acompanhando essas reviews vocês devem imaginar exatamente o que eu achei deste episódio focado no amor, no sexo e nos nudes: foi bem méh.

Para um episódio que demarca um ponto histórico, o centésimo da série (sabem quantas produções originais da ABC Family já atingiram essa marca, por exemplo? Apenas duas, Pirulito e A Vida Secreta da Adolescente Vadia Americana - isso mesmo, a série daquela menina excelente atriz, só que não, Shailene Woodley), sejamos sinceros, faltou movimentação do arco central e uma melhor integração entre os plots adjacentes, o foco central nos romances, apesar de bem executado, não foram suficientes para manter a minha atenção no episódio, onde fiquei muito mais preocupado pra saber o que a tia King estava contando no Twitter do que nele em si.

E quando eu penso no episódio, separadamente, sem a pressão do centésimo, sem levar em conta expectativas ou qualquer outro pré-conceito estabelecido, ele acabou sendo bem executado, no entanto. Com exceção de um retorno que eu não sou obrigado a engolir (mentira, são dois mesmo), a sequência da revelação de quem estava enterrada, afinal, foi ofuscada pelo retorno triunfante do único e verdadeiro vilão dessa série: -A.

Talvez, a total falta de interesse no "quem estava enterrado no lugar da Ali?" por parte da série seja o que me incomodou. Afinal, quem diabos é Bethany Young? Uma garota avulsa que supostamente teria fugido do Radley Sanitarium no meio da noite e, bizarramente e inexplicavelmente, acabou enterrada e reconhecida como o corpo da Alison por alguém que nós não sabemos (e não deveremos saber tão cedo)? Eu espero que tia King use essa informação mais como um trunfo do que uma resposta vazia, daquelas que ela acostumou a dar em mistérios previamente resolvidos pela série. Oremos, ao menos.

Porque, esquece um pouquinho as Liars, foca em -A. -A pode ser um vilão onipresente, transmutado conforme a série necessite, de deveras faces e de nenhuma, na verdade. Mas seu retorno mostra que, se cumprir o que prometeu, fará deste ano o mais caótico da vida das Liars. Não serão mais ameaças vazias, agora. -A explodiu uma casa. A brincadeira ficou séria.

Porém, como eu sei que o enfoque foi muito mais direcionado à prioridade romântica, vamos lá. A começar com Hanna, que estava tão bem com o Travis, e surge o Calébis. Eu não sei o que ele experimentou no outro lado da vida à lá Patrick Swayze com a menina do busão que a Hanna implorou pra ele proteger e ofereceu a Shana dela em uma bandeja de prata, mas abandonou o look de "mamãe, tô em Nárnia" e agora é "mamãe, sou emo". Ou seria uma versão meio-hétero do Adam Lambert? Não sei, fiquei confuso.

Eu não gosto do Caleb. Não sou obrigado a ficar vendo o Caleb. Não quero ver o Caleb com a Hanna. Deixa a Hanna com o Travis. Ou manda a Hanna pegar a Emily. Ou, sei lá, manda a Hanna comer a Spencer. MAS GENTE, FAZ PARAR ESSE SHIP.

Pior é que, nesse ódio à Haleb (estou enojado de mim mesmo por escrever isso), tem outro casal que acabou voltando, com muita pegação, sexo, cena apelativa para uma emissora de família (essa série é uma afronta à família brasileira!), e, claro, estou falando de... Ezria. Ezra e Aria se comeram como não houvesse amanhã e eu não sei se gostei, porque a tia King é tão cretina, que enfiam o melhor ship no meio da cena de pegação de Ezra com a Zoiudinha.

Emison. Me abraça, Brasil. EMISON IS REAL! Eu me desliguei do planeta pra correr pro Tumblr pra rever e ver de novo e ver novamente essa cena em diversos edits, gifs e qualquer outra mídia possível porque tem Emison sim! E se reclamar vai ter dois!

E no meio de tanta pegação, come-come e ships, tem Spencer com o único drama que prestou efetivamente no episódio. Mamãe Veronica tá dando o pé na bunda de Peter e os mistérios do envolvimento de Peter e Melissa nesse carnaval de crioulo doido só aumentam e ficam mais intrigantes. O que é bom, porque quando falta história de verdade, tia King pode recorrer pra Spença. Por isso a gente ama a Spença.

Por fim, ficamos com o principal arco do episódio: a volta de Alison ao Rosewood High. E o tabefe na cara da menina Mona. Mona é a única pessoa a saber utiizar os dois neurônios que nasceu com maestria nessa série. Encurralou Alison que soltou algumas verdades de forma manipulada e jogou-as contra a própria ex-Queen B só pra mostrar que Alison continua sendo a vadia que sempre foi. Mona é esperta, mas essa sua história de grupinho anti-Ali ainda é bem babaca pra mim. O mais importante é: Lucas tem namrada. Não sei quem é a criatura que fez a caridade, mas enquanto eu derrubo essa bomba extreeeeeeemamente importante pra série, me esperem que daqui a pouco eu volto com o próximo episódio de Pretty Little Liars.

P.S.: Vocês pediram tanto gêmea nessa série, que eu acho que a Tia King foi buscar a Donna LaDonna pra fazer companhia à Katia Cega, que ficou cega de novo, e tá de volta pra colocar o terror nessa turminha do barulho. Gzuiz, mim ajuda. [sic]

sexta-feira, julho 04, 2014

Playlist #9 - Independence Day


Tooooooodo mundo sabe que povo americano é muito patriota né ( e não só em época de copa )?! E isso fica claro em suas  músicas e videos.
Já parou pra pensar no quanto as musicas que a gente ama fazem referencia aos EUA, seu lifestyle, sua história e é claro ao famoso 4 de julho?
Caso não, a gente fez uma listinha pra de dar um help!

#5 - Made In The USA - Demi Lovato

A letra de MITUSA já faz milhões de referencias ao país, então nada mais obvio que o vídeo também seguir esse padrão, tudo sob a direção belíssima.. da própria Demi Lovato.


"No matter what the people say, I know that we'll never break

Cause our love was made, made in the USA"


#4 - 4th of July - Amy Mcdonald

Até quem não é americano se rende a magia e importância desse dia! Amy é escocesa, mas isso não a impediu de cantar sobre o famoso 4 de julho.


"And it still goes on like the 4th of July
And my heart still beats like you're by my side"

#3 - Party In The USA - Miley Cyrus

Essa é dos tempos que Miley ainda tinha cabelo, pra quem não sabe a musica foi escrita pela Jessie J (que também não é americana) e enaltece varios pontos da cultura pop de lá, e se tornou um dos maiores hits da carreira da Ex Hanna Montana.


 "Yeah, It's a party in the USA"

#2 - National Anthem - Lana Dey Rey

Há quem ame a Lana Del Rey, mas há também aqueles que acham que ela dá aquele soninho.. mas uma coisa que ninguém pode negar é a qualidade artística dos seus videos. Em National Anthem temos um dos momentos mais épicos da história americana retratada no vídeo.


"Red, white, blue's in the skies, summer's in the air

And baby, heaven's in your eyes, I'm your National Anthem"


#1 - American Pie - Madonna

Nem Miley, nem Lana...nehuma imagem é mais icônica quando se trata de patriotismo em videoclipes do que Madonna em frente dessa bandeira.



"Bye, bye Miss American Pie
Drove my Chevy to the levee but the levee was dry"

E aí.. ja comprou a sua caixa de fogos de artificio?? nem que seja pra soltar se o Brasil classificar!
Ah.. falando em fogos de artificio...

#Faixa Bônus - Fireworks - Katy Perry

Antes que você pergunte o que diabos essa musica tem de patriota... 



"Just own the night
Like the fooooooooooooouth of July"


Então é isso galera... sorte dos americanos que estão curtindo o feriadão... até a próxima playlist!

quarta-feira, julho 02, 2014

[Review] Pretty Little Liars - 5x04 - Thrown from the Ride

Um episódio de se chorar de tão ruim.

Antes de escrever toda review de Pirulitolaiars (fazia tempo que eu não chamava Pretty Little Liars disso aqui, então vamos voltar aos velhos hábitos), eu tenho o glorioso costume de pegar meu bloquinho de notas e fazer uma lista de coisas importantíssimas que eu preciso lembrar de colocar no texto, porque meu Alzheimer crônico provavelmente faria com que eu esquecesse de uma ou outra coisa, mas este episódio foi tão especial que meu bloquinho teve uma convulsão.

Deu tela azul da morte do Windows nele, na verdade. Porque, de fato, eu achei preocupante um episódio antes do tão prometido centésimo episódio da série ser tão... deprimente de ruim. Meu bloquinho não foi usado. Aliás, minto. O que estava escrito era mais ou menos isso:

Coisas que aconteceram nesse episódio:

...

Nada.

Pois é. Eu fiquei com preguiça até de mostrar que esse episódio foi ruim, porque eu acho que ele é bem auto-explicativo e vocês nem precisam de review pra algo tão inútil quanto. Não me levem a mal, o episódio da semana passada foi tão parado quanto, mas foi muito mais eloquente e necessário do que este. Ele soube criar uma tensão sobre a família Hastings e este episódio tentou, de forma ineficaz, fazer uso do que foi bem feito no anterior.

Por exemplo, temos menina Hanna e toda sua barra sofredora, de pombo-correio (pelo menos não é pomba-gira, né amiga, uma vitória já na vida), de crise existencial e de cleptomaníaca. Hanna é uma personagem legal, teve o melhor quote do episódio (como sempre, nem preciso mais ficar falando sobre isso), mas eu estou começando a ficar irritadiço sobre a forma como estão conduzindo a linha narrativa da personagem.

Quer dizer, legal voltarem a falar dos furtos que ela comete, depois de terem esquecido quando mamãe Ashley Marin abriu as pernas pro Wilden, mas tem tanta coisa mais bacana pra fazerem com a personagem, utilizá-la de uma forma tão mais interessante pra trama. Aposto um rim que quando Calébis voltar no próximo episódio vão fazer a menina dar a Shana dela pro rapaz e fingirem que esqueceram os furtos tudinovo. É a cara da Tia King.

Falando na quenga suprema, King tá realmente investido nessa trama "sem" -A, com um grupo anti-Ali montado na revolts e liderado por Mona, ainda não comprei a história, porque acho que tem sido muito mal aproveitado e desenvolvido muito em segundo plano (ou em primeiro com personagens de segunda, tipo Paige... tipo Emily, tá parei).

Falando em Emily, eu gosto sim de ver sua independência quanto às outras Liars, ela saindo com Sydney e tendo essa liberdade explorada. É por um encontro desses que ela suspeita das atitudes de Psicopaige e vê a desgraça ir até ela pra contar sobre a seita secreta de odiadores da Alison, como se a loira-diva-mor dessa série já não estivesse contando com isso. Mas ainda bem que contou.

Alison, por sua vez, foi fazer uns exames a pedido/mando do Ken (e a Barbie curtiu isso) e Hanna acabou descobrindo sobre a existência de uma cicatriz em algum lugar do meio das pernas de menina Sasha Pieterse que eu não observei muito bem porque estava prestando atenção em outras coisas da perna da moça, é claro. A explicação da cicatriz é a padrão: você vai desejar não saber. Acho que até eu já estou desejando não saber de mais nada dessa série. Mentira, brincadeira, eu jurei a vida que nunca abandonaria esse trem descarrilhado. Tamo junto até o fim.

Enquanto isso, Aria já me deu nos nervos e eu venho, por meio desta, pedir pra que ela leve uma surra de piroca urgentemente. Meo sem or, quem disse que eu sou obrigado a ver essa puta remelenta mulher lamentando morte da moça com nome alternativo pra vagina durante todo o tempo? E quem disse que eu sou mais obrigado ainda pra ver ela ir atrás do homem que enfiou umas facas muito loucas no saco (de pancadas, muita calma nessa hora) do então namorado dela pra cortar o pé do moço (qualé? vocês já esqueceram disso? eu não! Ezra, uma vez megaevil, sempre megaevil!)? Pois é, ela foi lá, jogou dama, xadrez, dominó e só faltou o strip-poker, mas Ezra é um arregão e pediu penico. Ok, não foi exatamente assim.

Spencer, tadinha, sempre tem que salvar as coisas. Enquanto fica pedindo pro menino Andrew molhar a horta e aparar as trepadeiras dela, ela foi atrás de investigar a história muito mal contada por Peter Hastings. Tio Peter, que segundo consta, tem receita do medicamento usado pra diminuir os batimentos cardíacos de Jessica DiLaurentis, ocasionando a morte por uma parada cardíaca.

Mas Spence ainda tem que levantar mais questões, como tentar revelar qual é esse segredo todo que envolve Melissa e seu pai, segredo suficiente pra colocar Mamãe Veronica num "spa". Se quiserem contar segredo pra mim e me mandarem pra um "spa" com tudo pago, eu vou de boinhas. Não precisa falar nem duas vezes.

Por isso, enquanto eu vou tentando entrar em contato pra saber como posso ganhar meu ticket pra um spa, ou  vejo se a Dilma libera um "bolsa blogueiro" pra mim, vocês fiquem com muitos closes nas pupilas das quengas (qual é a desse diretor com esses closes? muito ruim, nota 9!) e com o espaço de comentários aberto para falar que eu sou chato e que cês me odeiam. Eu também odeio vocês. Só que não. Até o episódio 100 e que, pela santa entidade de Mãe Nanquenga e dos Lordes de Kobol, que seja bom. Preparem sua novena. Amém.

quarta-feira, junho 25, 2014

[Review] Pretty Little Liars - 5x03 - Surfing the Aftershocks

Por um mundo com mais Melissa.

Não, eu não bebi. Nem fui possuído pelo espírito Nogitsune maligno de Teen Wolf (que está de volta, linda e maravilhosa, registra-se). Muito menos estou usando drogas (anti-gripais contam como drogas?). Mas eu me diverti novamente com mais uma semana de Pretty Little Liars. Tudo bem, foi paradão, chatinho e que de longe será lembrado (se é que alguma coisa é lembrada nessa série), mas o episódio cumpriu bem seu papel de colocar as coisas no lugar para poder, enfim, introduzir na Alison, digo, introduzir a Alison de volta ao Rosewood High.

Aliás, este é um assunto do episódio cem e, contem comigo, falta pouco. Dois episódios, pra ser mais preciso. E agora com, não quatro, mas cinco vertentes de histórias para Marlene King seguir, me surpreende o fato de ela conseguir saber o que está fazendo com cada uma de suas meninas puritanas cheias de luz e mais santa que a minha vizinha que finge que é crente, mas que está sempre no pancadão do bar da rua de baixo.

Por exemplo, o arco de Hanna. Todos sabemos que menina Hanna sempre é o alívio cômico, o motivo a se dar risadas, mas nunca ninguém tentou compreender sua complexidade absurda e sua nuance psicológica profunda que geram dúvidas até em Sigmund Freud. Hanna, enquanto Calébi não volta e eu não utilizo minhas piadas de que ele virou homem depois que cortou o cabelo e chutou a macumba de Mirandinha em Ravenswood, está tendo uma crise existencial.

Engraçado é que Hanna, ao menos pra mim, sempre teve certeza de que queria ser isso que é hoje, mas ok. Ela indaga Mona, inclusive, sobre ela querer alguém para substituir Alison ou que usasse a Liar mais inteligente de todas para subir na pirâmide social do Rosewood High. O que meio que justifica parte das ações da própria quando Aria volta e ela vê sua "nova Ali" retornar pro mesmo grupinho de quatro. Pera, ela não voltou de quatro, ela voltou pro grupo de quatro. Ah, vocês entenderam.

Zoiudinha, no entanto, segue com aquela barra chatíssima de que Emily já passou e eu ficava cada episódio internamente querendo mandá-la tomar no Toba. Sim, estou querendo mandar Aria tomar no Toba. Porque eu não sei se aguento mais uma desgraçada lamentando que matou um avulso, tipo Nate. Tipo a Shana. Embora, vocês sabem, Shana ser a musa deste reviewer pelos motivos óbvios de ter nome de orifícios.

Aria foi visitar Ezra pra saber se ele poderia vir a contar a verdade e desmentir a pequena mentirinha contada por menina Alison no episódio passado. Alison que, inclusive, visitou Ezra pra intimidá-lo quanto ao manuscrito. Descobrimos que essa é uma versão editada. Avisa pra ele que queremos agora a versão sem cortes. Com Demi Lovato gostando ou não disso. Tá bom, parei. Demi, te amo. Mas Alison também disse pra menina Zoiudinha a falar a verdade sobre Shana e o Ezra, de olho na Shana de Zoiudinha, quer ajudá-la prontamente. Ai, não sou obrigado.

Enquanto algumas tinham crises existenciais e Alison era stalkeada por Papai Hastings (mais abaixo, keep reading), Emily ficava molhadinha com mais uma nadadora. Uma nadadora não, mas sim a nadadora. Porque Donna LaDonna não é qualquer uma, por favor. E porque eu shippo Sydney Briscol (que me lembra Bristow, que me lembra Alias, que me lembra Jennifer Garner e... o que eu tava falando mesmo?) com menina Ems. Mas Ems tem uma pedra no caminho. Uma pedra com pele de porco e tão repugnante quanto. Sim, Psicopaige está de volta, com "eu te amo"s e muito mimimi pra tentar reaver o coração de Emily Fields.

Nota do autor: Gostaria de reclamar a ausência de Sra.-Pam-Fields-Pra-Você enxotando menina Psicopaige da varanda. Seria muito mais legal.

Voltando pra parte que interessa de Emily, ela se juntou com Hanna e foram atrás de pistas que comprovem a relação de Jason com o assassinato de sua mãe e que, segundo consta, ele não teve nada a ver com isso. Bom, pelo menos de acordo com o álibi dele, o que sabemos é que ele supostamente estaria na Filadélfia numa festa com 12 amigos, mas quem garante que ele estava lá mesmo? Um velho bêbado que pode muito bem ser corrompido com uma dose de 51 ou de Velho Barreiro? Como diria Carlos Nascimento, nós já fomos mais inteligentes.

Mas isso é bacana, porque nos coloca no foco principal do episódio: a família Hastings. Peter Hastings virou suspeito número um de ter enterrado Jessica DiLaurentis (e eu mereço uma fita por decorar o nome de todo mundo nessa série), ainda mais quando tudo parece que voltar para Spencer de alguma forma. Aliás, o melhor momento do episódio é quando Spencer confronta tanto Peter, quanto Melissa. Melissa estava disposta a compartilhar o segredo com menina Spencer, mas Peter breca. Diz que não.

Antes de eu me concentrar em Alison, eu gostaria de dizer que, bizarramente, a sessão de "anteriormente em..." focou em Melissa e Ian. E Melissa dizendo exatamente que as pessoas não iriam acreditar o que ela fez com o Ian. Olha Tia King dando as coisas na bandeja pras pessoas e as pessoas recusando. Nada ficou muito bem explicado o que aconteceu com o Ian depois da Torre do Sino, mas você é capaz de ligar os pontos. Eu acho. Vamos abrir pra discussão abaixo.

Porque Alison ainda está de luto. E bizarríssimo ver Alison usar o vestido que a Jessica usou quando Alison estava morta. Quase deu um nó nos coitados do Tico e Teco no meu cérebro. Vocês deveriam saber que eles trabalham demais. Enfim. Mas isso não a impede visitar Ezra e acabar sendo abordada no meio da noite por Peter Hastings. E aqui vai a maior lição do episódio: não aceite caronas de estranhos. Se for conhecido? Muito menos. Porque Pretty Little Liars pode ser pura enrolação, mas é enrolação com responsabilidade social, por um mundo melhor. Boa noite, Brasil.

domingo, junho 22, 2014

[Review] Pretty Little Liars - 5x02 - Whirly Girl

Liars as Beatles. Porque a zueira não termina nunca nessa série.

Vamos aos fato rapidamente a respeito da demora não usual deste texto nesta semana gelada de São Paulo: o stream caiu, bateu preguiça de procurar um novo e esqueci de ver depois. Foi mal, culpa minha. Mas estou aqui pra dizer pra você, caro leitor deste veículo puro e maravilhoso que o episódio desta semana foi oh, bem bom.

É claro que para compreender a beleza míope que esta obra televisiva como Pretty Little Liars transmite precisa se esforçar um pouquinho e acreditar nestas histórias super críveis e super coerentes, e, assim como numa prova de saltos ornamentais, é preciso mergulhar de cabeça. Mas não se preocupe, depois que você parte pra plataforma dos 10 metros, cada mergulho é um flash. Solange Couto, onde quer que você esteja na geladeira da Record, será lembrada no meu coração.

Mas, falando sério, hoje farei uma coisa que dificilmente vocês me verão fazendo (principalmente em um episódio de Pretty Little Liars): elogiar o trabalho de edição e direção. É estranho depois de cinco anos parar pra tomar nota do trabalho de alguém, mas eu realmente fiquei impressionado com a forma que Joanna Kerns traduziu o roteiro em tela. Primeiro, pela cretinice de ter uma referência a "Abbey Road" (álbum dos Beatles com aquela fotografia emblemática dos músicos atravessando a rua homônima), depois pela utilização de transições e efeitos (clichês, eu sei, mas foram bons) de cena, principalmente no final do episódio.

Voltando ao que mais sabemos fazer neste lugar, vamos falar sobre o episódio em si. Este foi um episódio de retornos, primeiro de Alison à Rosewood de vez. Se apresentando à polícia e ao Detetive Hollaback Girl. Aliás, estou esperando ainda o dia que Hollaback Girl estará comendo banana. Minha referência a Gwen Stefani vai explodir aqui. Ok, eu estou viajando mais que Zeca Camargo no Fantástico. Foco.

Alison foi super espontânea e sem pressão alguma, só que não, falar pra polícia sobre o seu sumiço de 2 anos. Segundo consta no tabloide The Rosewood Harold, ela esteve trabalhando a cútis sob lama egípcia do Marrocos (?). Segundo consta no seu depoimento à polícia, no entanto, ela disse que foi sequestrada e mantida em cativeiro durante este tempo todo. Ela se refere ao seu sequestrador pelo pronome masculino, então, se deduz que é um homem. Mas como é mentira, ou não, não nos atentaremos aos detalhes do interrogatório.

Interrogatório que nos apresenta Papai DiLaurentis e mais conflito quando Jason, o meio-irmão cheio das boas intenções com Alison, é claro, retorna de sabe-se lá onde. Spencer e Ems, nossa dupla Sherlock e Watson, viu que Jason surgiu limpando o carro a noite, o que já é suspeito o bastante, e foi lá revirar o lixo do homem pra descobrir que ele fez um pit-stop em Nova Iorque. Note que, nesta cena, Ems ganha espaço e vira a mais esperta das cinco antas de Rosewood, o que é quase um milagre divino.

Eu já havia dito na review da finale que todas as suspeitas deveriam ficar em Jason e que este pequeno fato explicaria diversas pontas que já haviam sido trazidas para a série, como a relação com o clube NAT e com o fato de Jessica DiLaurentis tentar ocultar a verdade e proteger alguém (como é mostrado em um e-mail escrito, mas não enviado por ela), o surto por causa do cãozinho, as saídas noturnas do episódio e sua atitude mais megaevil que o usual, tudo indica que ele seja o responsável por todas estas ações. Eu achei que ele ficou meio surpreso na cena final, não sei se foi pela descoberta ou por ser descoberto. Até porque a própria Alison estava com um meio-sorriso tenebroso que me pareceu estar tão envolvida quanto Jason.

Ah, claro, ainda não falei sobre a cena. Pepe, que não é tão violento quanto o zagueiro brasileiro da seleção portuguesa, encontrou o corpo de Jessica DiLaurentis no quintal da casa da família, enquanto as Liars discutiam sobre Jason ser quem tentou assassinar Alison e ajudar sua mãe ter "desaparecido". A concepção da cena, apesar de a descoberta ser bem medíocre, é tomada por uma visão bastante interessante da diretora Kerns. O slow-motion, usual nesta série, deu um ar melancólico e sombrio pra Alison que minha interpretação ainda não é de total certeza de vulnerabilidade ou de... satisfação?

Qual é, a mulher viu alguém tentar assassinar sua filha e ela própria tentou enterrá-la, acho que se fosse eu estaria à lá Nelson de The Simpsons apontando e rindo de como karma is a bitch.

Nos núcleos adjacentes da trama, Aria está com a consciência pesada por ter matado Shana. Aliás, estou extremamente triste por não poder fazer mais piadas sobre buracos e orifícios escuros e molhados. Mas não se preocupem, Sydney LaDonna is coming. De volta à Aria, ela está tão neurótica que qualquer soneto de violino no iPod dela é motivo pra achar que -A está viva. Mas, assim como eles fazem questão de te lembrar durante cada framerate de episódio, -A está morta. Aham, aham, tá.

Mas Aria não deveria estar se preocupando com isso, mas sim que menino Michelangelo está querendo, mais que nunca, brincar com o pinel dele na Monalisa alheia. Note como menina Mona ainda é a rainha da vilania nesta série. Pode acontecer um terremoto no Tibete, ela ainda será -A de alguma forma. Foi assim intimidando Aria dentro da própria casa de Zoiudinha, foi assim intimidando Alison em uma de suas fugas repentinas pra visitar o próprio túmulo. Não sei se, no entanto, eu gosto deste arco de grupo anti-Ali, mas ainda é cedo pra fazer qualquer proposição.

Hanna, pra quem se pergunta, foi extremamente útil neste episódio pelos motivos de sempre: o melhor quote no melhor diálogo do episódio. Porque você pode se cagar nas calças de medo depois de ser abordado no meio da noite, no meio da rua, por quem você acha que é um assassino, mas não pode segui-lo com a calcinha borada. Hanna me representa.

Enquanto Spencer fica coçando o Toba durante 80% do episódio e não ter feito nada de útil, ficaremos esperando pelo próximo com a sensação de que esta temporada está começando bem. Quem diria? Marlene King deve ter pedido pros mesmos macumbeiros da Costa Rica darem um trato na série, porque só isso justifica. Enfim, até lá.

quarta-feira, junho 11, 2014

Quer fugir da Copa? Vem ver 'ÉDEN', nova web série que promete muito mistério


O que você vai fazer dia 12 de junho? Assistir Cachorrão feat. Milk cantando We arZzzZz na abertura da Copa? Comemorar o Dia dos Namorados? O Floodadores tem uma ideia melhor!

ÉDEN é uma produção acadêmica, produzida por alunos do quinto período de Publicidade do UnilesteMG (dá uma passadinha na página deles no facebook). A web série, que vai ter 3 episódios, mostra uma jovem introspectiva vive em uma casa afastada do convívio social, com sua mãe religiosa e tradicionalista. Ela desenvolve uma sensibilidade muito grande em relação aos dilemas morais e existências, medos e inseguranças. Constantemente atormenta por alucinações, que levam seus limites humanos ao extremo, a garota se vê assustada em meio a um paradigma de realidade e ilusão.

Dá uma olhadinha nas imagens e no teaser liberado:









Alguém ficou com medo?


 

CINEMA

PLAYLIST

SERI'OUSLY!

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